domingo, 16 de junho de 2013



Como Abraão, somos chamados a esperar, contra toda esperança humana, na realização das promessas de Deus.

Abraão acreditou na promessa, feita por Deus, de uma descendência numerosa: “Esperando contra toda esperança, ele firmou-se na fé e, assim, tornou-se pai de muitos povos” (Rm 4, 18). Diante dos nossos impossíveis, quando acabaram as esperanças humanas, o Senhor nos convida a crer que um milagre pode acontecer. Abraão era de idade avançada e Deus lhe prometeu uma descendência numerosa como as estrelas do céu (cf. Gn 15, 5). Não havia possibilidades humanas daquele homem ser pai, por causa de sua idade avançada e da sua esposa Sara (cf. Gn 18, 11-12). Mas, Abraão acreditou na promessa de Deus e lhe foi concedido um filho com Sara, sua mulher (cf. Gn 21, 1-2).

O patriarca Abraão é nosso pai na fé, pois ele acreditou na promessa de Deus de uma descendência numerosa (cf. Gn 15, 5), mas também de uma Aliança, que faria deles o Povo de Deus (cf. Gn 15, 18-21). A partir da Aliança entre Deus e Abraão, passando pela Aliança com Moisés no monte Sinai (cf. Ex 19, 1ss), se realizou a Nova Aliança em Jesus Cristo (cf. Mt 26, 28), Filho da Virgem Maria.

José era um carpinteiro de Nazaré, que estava prometido em casamento a Maria (cf. Lc 1, 27). Esta recebera o anúncio do Anjo que seria Mãe de Jesus, o Filho de Deus (cf. Lc 1, 31). Ela acreditou e disse sim à vontade do Pai, ainda que isto seria impossível, visto que era virgem (cf. Lc 1, 28-38). José foi visitado em sonho por um anjo, que lhe disse: “José, Filho de Davi, não tenhas medo de receber Maria como tua esposa, porque ela concebeu pela ação do Espírito Santo” (Mt 1, 20b). Como Nossa Senhora, São José acreditou, esperou contra toda a esperança.
Em nossas maiores dificuldades, tribulações e sofrimentos, acreditemos nas promessas de Deus. Jesus Cristo, em quem se realizou a Nova Aliança pelo Seu próprio sangue, nos prometeu que seríamos atendidos em nossos pedidos: “pedi e vos será dado; procurai e encontrareis; batei e a porta vos será aberta.” (Lc 11, 9). 

 Nos confiemos ao Senhor em nossas necessidades, esperando contra toda a esperança, pois esta é a atitude dos homens e mulheres de Deus, como Abraão, como São José e a Virgem Maria. Eles acreditaram e por isso, Deus lhes deu uma descendência numerosa.
Assim, diante de grandes desafios, de situações impossíveis de serem resolvidas por intervenções humanas, confiemos tudo a Deus, pois Ele é poderoso para realizar milagres e prodígios. Hoje, o Senhor nos convida a esperar contra toda a esperança, como fez Abraão, como fez São José, como fez a Virgem Maria. Confiemos os nossos impossíveis à intercessão da Virgem Santíssima e de São José, esperando contra toda a esperança, para que isto nos seja creditado por justiça diante Deus (cf. Rm 4, 22) 

Fonte: Canção Nova


quinta-feira, 13 de junho de 2013

Como sei se sou maduro afetivamehnte?


É simples! Quem vive a maturidade afetiva tem mais necessidade de amar do que ser amado. Já experimenta que sua felicidade é fazer a felicidade dos outros; não tem a si mesmo como o centro de sua existência. É feliz por dar-se aos outros.

Bem ao contrário, a imaturidade afetiva é marcada por uma necessidade enorme de receber amor, muito mais do que dedicá-lo a alguém. A dificuldade pode aumentar se a pessoa não tem ainda consciência daquilo que vive. Ter conhecimento, portanto, da própria realidade afetiva é condição fundamental para que possamos crescer!

Ricardo Sá

sexta-feira, 7 de junho de 2013

12 promessas do Sagrado Coração de Jesus


Sagrado Coração de Jesus a Santa Margarida Maria Alacoque:

1ª Promessa: “A minha bênção permanecerá sobre as casas em que se achar exposta e venerada a imagem de Meu Sagrado Coração”;

2ª Promessa: “Eu darei aos devotos de Meu Coração todas as graças necessárias a seu estado”;

3ª Promessa:
 “Estabelecerei e conservarei a paz em suas famílias”;

4ª Promessa:
 “Eu os consolarei em todas as suas aflições”;

5ª Promessa: “Serei refúgio seguro na vida e principalmente na hora da morte”;

6ª Promessa: “Lançarei bênçãos abundantes sobre os seus trabalhos e empreendimentos”;

7ª Promessa: “Os pecadores encontrarão, em meu Coração, fonte inesgotável de misericórdias”;

8ª Promessa: “As almas tíbias tornar-se-ão fervorosas pela prática dessa devoção”;

9ª Promessa: “As almas fervorosas subirão, em pouco tempo, a uma alta perfeição”;

10ª Promessa: “Darei aos sacerdotes que praticarem especialmente essa devoção o poder de tocar os corações mais endurecidos”;

11ª Promessa:
 "As pessoas que propagarem esta devoção terão o seu nome inscrito para sempre no Meu Coração”;

12ª Promessa: “A todos os que comunguem, nas primeiras sextas-feiras de nove meses consecutivos, darei a graça da perseverança final e da salvação eterna”.