Normalmente caminhamos muito bem até surgir a doença. Nessa
hora as nossas emoções falam mais alto, surgem todos os tipos de preocupações,
a insegurança toma conta de nós, a ansiedade nos envolve. Enfim, tudo se
transforma. Essa é a hora da fé e da confiança em Deus, que sempre nos
acompanha e nunca nos abandona. É hora de passar pelo “vale escuro”, mas
sabendo que há um Pastor que nos ama e cuida de nós.
Confie em Deus e naquilo que Ele tem para você. Mesmo que
você não entenda o porquê das dificuldades pelas quais está passando,
aceite-as, pois o Senhor está com você em todos esses momentos.
Precisamos ser firmes
em Deus. Ser homens e mulheres de fibra, combatentes que enfrentam todas as
dificuldades que possam surgir. O sofrimento nos dá têmpera de guerreiros.
Deus é Pai e cuida de nós em todos os momentos, por isso não
devemos nos desesperar. Ele sabe de nossas necessidades, medos e de tudo que
aflige o nosso coração.
Quando se entrega à tristeza e ao desespero, você está
deixando de acreditar no Senhor, isto é, você deixa de dar “crédito” a Ele para
dar “crédito” à dificuldade que está enfrentando. Deixa de pôr a confiança em
Deus, pondo-a na situação que está vivendo. É exatamente isso que o inimigo de
Deus quer: que não acreditemos no Senhor e nos entreguemos à tristeza, até
chegarmos ao desespero e à depressão. O objetivo do demônio é nos deixar
envolvidos na tristeza para que deixemos de viver.
Dominados pela tristeza, nossa vida vai se tornando um
problema. E nas mínimas coisas, não aguentamos mais e entregamos os pontos.
Um combatente não “perde a cabeça”. Ele mantém o sorriso,
mesmo na tribulação, pois sabe que tem Deus a seu favor!
Que o Senhor possa passar pela nossa vida hoje e colher
nosso sorriso. Ele nos fez para a felicidade. Traçou um plano de amor para nós.
É direito d'Ele colher em nós esses frutos.
Jesus em breve virá buscar os frutos e é preciso que Ele os
encontre! E você é responsável por isso.
“Felizes os que choram: eles serão consolados” (Mateus 5,5).
São Francisco dizia sempre: “Onde a pobreza se une à
alegria, não há cobiça nem avareza”. Ele considerava o dinheiro como o “esterco
do diabo”. Antes de sua conversão ele foi um “jovem rico”, tinha toda riqueza à
sua disposição, mas não tinha alegria verdadeira. Ele só a encontrou em Deus.
Rezemos com o Salmo 22:
“O Senhor é meu pastor, nada me falta.
Ele me faz deitar em
verdes pastagens;
às águas do repouso
me conduz, ele me reanima.
Pelos bons caminhos
me conduz,
para a honra do seu
nome.
Mesmo se eu andar por
um vale de sombra de morte,
não receio mal algum,
pois estás comigo:
teu bastão e teu
cajado me dão segurança.
Diante de mim fazes
servir uma mesa,
em face dos meus
adversários.
Perfumas a minha
cabeça com óleo,
minha taça é inebriante.
Sim, felicidade e
fidelidade me acompanham
todos os dias da
minha vida,
e retornarei à casa do Senhor,
para longos dias”.
Trecho do livro “Combatentes na alegria” de Monsenhor Jonas
Abib
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