A história dos porcos-espinhos
Porém – vida ingrata! – os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte. E afastaram-se feridos, magoados, sofridos. Dispersaram-se por não suportar por mais tempo os espinhos de seus semelhantes. Machucavam muito...
Mas essa não foi a melhor solução. Afastados e separados, logo começaram a morrer congelados. Os que não morreram voltaram a se aproximar pouco a pouco, com jeito, com preocupação. De tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviverem sem mágoas, sem causar danos recíprocos. Assim resistiram à longa era glacial. Sobreviveram!"
(Revista Cidade Nova - Julho/04)
É preciso aprender a conviver. Isto é urgente!
Foi o que veio ao meu coração logo que terminei de ler esta fábula.
Ainda bem que estou na escola. A vida é a melhor escola! Assim como aqueles porcos-espinhos que aprenderam logo, que para sobreviverem era preciso aprender a conviver.
Está é a moral da história: viver juntos não basta, é necessário aprender a conviver com o outro!
Cláudia Brito - Comunidade Canção Nova
Nenhum comentário:
Postar um comentário