Cristã, filha, madrinha, amiga!! Acho difícil me descrever, nunca estou realmente preparada para isso. Achei que me conhecesse, que soubesse o que era melhor pra mim, mas cada dia mais descubro que o melhor mesmo é deixar na mão de Deus enquanto eu aproveito a vida maravilhosa que Ele me deu.
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Deus nos dá uma nova chance para recomeçar
Meu filho, eu já estou velho e quando eu partir, você tomará
conta de tudo o que e meu, e sei qual será o seu futuro.Havia um homem muito rico, possuía muitos bens, uma grande
fazenda, muito gado e vários empregados a seu serviço. Tinha ele um único
filho, um único herdeiro, que, ao contrário do pai, não gostava de trabalho nem
de compromissos. O que ele mais gostava era de festas, estar com seus amigos e de ser bajulado por eles. Seu pai sempre o advertia que seus amigos só estavam ao seu
lado enquanto ele tivesse o que lhes oferecer, depois o abandonariam. Os insistentes
conselhos do pai lhe retiniam os ouvidos e logo se ausentava sem dar o mínimo
de atenção. Um dia o velho pai, já avançado na idade, disse aos seus empregados
para construírem um pequeno celeiro e dentro do celeiro ele mesmo fez uma
forca, e junto a ela, uma placa com os dizeres: "Para você nunca mais
desprezar as palavras de seu pai". Mais tarde chamou o filho, o levou até o celeiro e disse: "- Meu filho, eu já estou velho e quando eu partir,
você tomará conta de tudo o que e meu, e sei qual será o seu futuro. Você vai deixar a fazenda nas mãos dos empregados e irá
gastar todo dinheiro com seus amigos, irá vender os animais e os bens para se
sustentar, e quando não tiver mais dinheiro, seus amigos vão se afastar de
você. E quando você não tiver mais nada, vai se arrepender amargamente de não
ter me dado ouvidos. E por isso que eu construí esta forca, sim, ela e para você,
e quero que você me prometa que se acontecer o que eu disse, você se enforcará
nela." O jovem riu, achou absurdo, mas, para não contrariar o pai,
prometeu e pensou que jamais isso pudesse ocorrer. O tempo passou, o pai morreu
e seu filho tomou conta de tudo, mas assim como se havia previsto, o jovem
gastou tudo, vendeu os bens, perdeu os amigos e a própria dignidade.
Desesperado e aflito, começou a refletir sobre a sua vida e viu que havia sido
um tolo, lembrou-se do pai e começou a chorar e dizer: “Ah, meu pai, se eu tivesse ouvido os teus conselhos, mas
agora é tarde, e tarde demais”. Pesaroso, o jovem levantou os olhos e longe avistou o pequeno
celeiro, era a única coisa que lhe
restava. A passos lentos se dirigiu até lá e, entrando, viu a forca e a placa empoeirada e disse: “Eu nunca segui as palavras do meu pai,
não pude alegra-lo quando estava vivo, mas pelo menos esta vez vou fazer a vontade
dele, vou cumprir minha promessa, não me resta mais nada”. Então subiu nos degraus e colocou a corda no pescoço, e
disse: “Ah... se eu tivesse uma nova chance”... Então pulou, sentiu por um instante a corda apertar sua
garganta, mas o braço da forca era oco e quebrou-se facilmente, o rapaz caiu no
chão, e sobre ele caiam jóias, esmeraldas, pérolas, diamantes; a forca estava
cheia de pedras preciosas, e um bilhete que dizia:
Essa é a sua nova chance, eu te amo muito.
Autor desconhecido
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